sábado, 6 de novembro de 2010

Carta III


Vivo num constante desassossego. Ás vezes aconchego-me de tal maneira no meu próprio corpo que culpo-o do medo.
Meto as mãos na cabeça e só tenho vontade duma coisa: GRITAR! Mas será tão frustrante o facto de ninguém me ouvir?
Sei que poderia fazer muito mais, mas não sei bem o quê, nem como.
Estou á espera do dia em que consiga respirar ar puro para que as ideias fiquem mais nítidas.

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